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A diferença entre “aparecer” e “aparecer”.

SUA MARCA É UMA MARCA EXIBIDA OU UMA MARCA QUE FAZ A DIFERENÇA? Aparecer por aparecer é muito diferente de aparecer porque está realizando algo. É diferente de aparecer por estar acrescentando valor à vida das pessoas. É diferente de aparecer porque está gerando empatia com o público.

Uma marca exibida (criei esse termo “técnico” agora… rs, rs…) é aquela que vive gritando seu próprio nome. Uma marca de valor é aquela sobre a qual as pessoas vivem falando. Aquela com a qual as pessoas querem se relacionar. É aquela que as pessoas escolhem.

Gosto de dizer que não tem como você fazer amigos se não interage com ninguém. As trocas de idéias e experiências aproximam as pessoas. E para isso, você precisa aparecer. Mas aparecer não significa necessariamente se exibir. 

O mesmo acontece com as marcas. As marcas precisam ser atuantes e mostrar os seus porquês. E assim elas aparecerão. Da forma certa. E criarão sua reputação. E estarão trabalhando o seu branding de forma adequada.

Cuide bem do seu branding.

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Este post é uma singela homenagem à Princesa Diana, uma das pessoas mais maravilhosas que eu não conheci.

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Como uma marca pode modificar o cenário social? Dando o exemplo.

A ERA DO PROPÓSITO

QUANDO UMA MARCA NÃO FOCA APENAS EM SEU BENEFÍCIO PRÓPRIO, MAS TAMBÉM NO COLETIVO, ELA INSPIRA AS PESSOAS A FAZEREM O MESMO. MAS PARA ISSO É PRECISO REALMENTE VIVER ESSES VALORES,

E NÃO APENAS DIVULGA-LOS.

Durante muitos anos as empresas focaram apenas em vender, vender, vender. Não importava se as pessoas precisavam ou não de seus produtos (vamos persuadir, vamos convencer, vamos vender!!), não importava se seus funcionários eram mal pagos ou infelizes (vamos lucrar, lucrar!), não importava o quanto o planeta sofreria as consequências a curto ou longo prazo (vamos produzir, produzir!!), não importava… nada.

Felizmente esse cenário está mudando, e mudando rapidamente. Marcas e consumidores estão se unindo para um consumo consciente e sustentável. Empresas oferecem novas opções de soluções e o público cada vez mais escolhe comprar dessas empresas. Por acreditar em seu propósito, por ajudar uma causa, por querer fazer parte de um grupo que busca melhor qualidade de vida não só para si, mas para o todo.

Erroneamente muitas empresas acham que basta simular um posicionamento, adotar discursos poéticos, solidários e gritar aos sete ventos suas teses de boa intenção. Nenhuma marca consegue sustentar por muito tempo uma falsa postura. As pessoas percebem. Não adianta criar um marketing em volta de uma missão. É preciso que as atitudes sejam coerentes com os discursos. A marca que apóia minorias não pode poluir. A marca que protege os animais não pode tratar mal os funcionários. A marca que difunde a paz e a espiritualidade não pode ser mesquinha com seus parceiros. Não é para “vestir uma fantasia”. É para verdadeiramente SER.

É com ações, não apenas com palavras, que se dá o exemplo, que se demonstra a preocupação com o coletivo, é assim que uma marca consegue inspirar as pessoas e aos poucos vai ajudando a melhorar o mundo.

Descubra o seu propósito e seja você também uma marca inspiradora.