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Virou blogueirinha???

“BLOGUEIRINHA NÃO. INFLUENCER!” É exatamente isso que eu respondo quando alguém fala “ih… virou blogueirinha???” Precisa ver a cara que fazem ao ouvir isso. Tipo “mexi com quem não devia.”

Chamar as pessoas que estão empreendendo e se comunicando pela internet de “blogueirinha” ou “blogueirinho” é nada mais que uma ofensa velada. É aquela beliscada doída, para depois falarem “credo, estou só brincando!”. Já vi muita gente travar por ser chamado de blogueirinho, e muita gente nem começar com medo que isso aconteça.

Blogueiras e Blogueiros são pessoas que escrevem em seus próprios sites ou têm colunas fixas em sites alheios. E ganham DINHEIRO com isso. Ter um blog hoje em dia é importantíssimo para trabalhar a sua marca. Seu blog é espaço SEU, lá você manda. Diferente das redes sociais que podem te bloquear ou até te banir a qualquer momento. Ter um blog, ser blogueiro, é gerar fortalecimento de marca. Porque as pessoas vão no seu blog para saber o que você faz, por que você faz, o que você pensa e como age. Ser “blogueiro” é uma coisa. “Blogueirinho” é pejorativo, sim.

ENTENDA: o problema não é você. O problema é a pessoa que está tentando te diminuir. Pessoas que queriam estar fazendo o que você faz, mas têm vergonha, têm medo, têm falta de competência. E, para se nivelar, querem te puxar pra baixo. Não caia nessa.

Seja, sim, “blogueirinha”, seja, sim, “blogueirinho”, impulsione a sua marca e deixe esse povo recalcado comendo poeira.

 #partiublogueirinha !!!!

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Papagaios de Post

Hoje criei um novo “termo técnico”- Papagaio de Post:

Papagaios de Post são seres que lêem seus posts, ou assistem os seus stories, e depois simplesmente repetem nas redes deles exatamente o que você falou; seres geralmente sem experiência ou qualquer formação profissional naquele assunto em questão. Apenas repetem.

Embora sejam em sua maioria fofinhos e de aparência inofensiva, os Papagaios de Post podem ser altamente nocivos. Não apenas para os criadores dos posts mas para os consumidores daquele conteúdo.

QUEM SÃO? Papagaios de post são criaturas que repetem coisas que leram ou ouviram de algum profissional qualificado. Julgam-se muito espertos e estão sempre tentando cortar caminhos. São ávidos pelo sucesso, mas avessos a traçar uma trajetória própria (afinal, isso dá muito trabalho e leva tempo). 

ONDE VIVEM? Vagam pela internet, nas mais diversas redes, mas têm uma predominância no Instagram.

DO QUE SE ALIMENTAM? Esses seres alimentam-se de conteúdo alheio. Não têm sistema digestivo desenvolvido, apenas engolem inteirinhos os textos, conceitos, idéias que você, profissional, desenvolveu e praticou por anos a fio, e os expelem intactos em outro local, geralmente suas próprias redes sociais. 

COMO SE COMPORTAM? Algumas vezes agem sorrateiramente, julgando que não serão descobertos. Outras, aproximam-se de você de forma amigável, e vão clonando o seu conhecimento aos poucos. 

COMO PREJUDICAM? Ao apenas repetir um conteúdo que na verdade não foi criado por eles e muitas vezes sobre um assunto que eles não dominam, essas criaturas não apenas estão infringindo direitos autorais como estão também fraudando pessoas que venham a comprar algo que eles estejam vendendo (tanto produto ou serviço). Sim, os Papagaios de Post visam sempre VENDAS. É como se vendessem uma caixa lindamente embalada e quando você abre ela está vazia. Os resultados são uma legião de clientes insatisfeitos e um mercado desacreditado. As pessoas passam a achar que as coisas não funcionam e tudo é enganação, porque não têm noção de que não funcionou para elas por terem comprado do Papagaio de Post, e não do criador original.

QUANTO VIVEM? Papagaios de Post geralmente não têm vida longa, mas infelizmente podem causar um estrago grande em um curto período de tempo.

COMO SE PROTEGER? Sempre que for comprar algum produto ou serviço de alguém que você conheceu na internet, pesquise. Veja os reviews. Certifique-se que aquela pessoa é um profissional experiente e qualificado, que entende do que está falando e pode realmente oferecer com eficiência o resultado que você está buscando.

Chega de currupaco.

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A diferença entre “aparecer” e “aparecer”.

SUA MARCA É UMA MARCA EXIBIDA OU UMA MARCA QUE FAZ A DIFERENÇA? Aparecer por aparecer é muito diferente de aparecer porque está realizando algo. É diferente de aparecer por estar acrescentando valor à vida das pessoas. É diferente de aparecer porque está gerando empatia com o público.

Uma marca exibida (criei esse termo “técnico” agora… rs, rs…) é aquela que vive gritando seu próprio nome. Uma marca de valor é aquela sobre a qual as pessoas vivem falando. Aquela com a qual as pessoas querem se relacionar. É aquela que as pessoas escolhem.

Gosto de dizer que não tem como você fazer amigos se não interage com ninguém. As trocas de idéias e experiências aproximam as pessoas. E para isso, você precisa aparecer. Mas aparecer não significa necessariamente se exibir. 

O mesmo acontece com as marcas. As marcas precisam ser atuantes e mostrar os seus porquês. E assim elas aparecerão. Da forma certa. E criarão sua reputação. E estarão trabalhando o seu branding de forma adequada.

Cuide bem do seu branding.

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Este post é uma singela homenagem à Princesa Diana, uma das pessoas mais maravilhosas que eu não conheci.

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Efeito Netflix

• Em 23 de outubro de 2020 estreou no Netflix a série O Gambito da Rainha.
• Mais de 62 milhões de lares em todo o mundo assistiram os 7 episódios da série.
• A procura por tabuleiros de xadrez aumentou 250% no Ebay.
• A busca no Google “como jogar xadrez” atingiu o pico da década.
• O livro que inspira a série tornou-se best seller 37 anos depois do seu lançamento.
• O número de jogadores no site chess.com aumentou 500%.
O mesmo acontece com as MARCAS.
Quando uma marca está em evidência aos olhos do público, e mexe com suas emoções, ela se torna uma marca DESEJADA.

CONTE UMA HISTÓRIA, emocione as pessoas, e rapidamente você se tornará relevante. Aprendi a jogar xadrez quando era bem novinha. Adorava jogos de tabuleiro como Ludo, Damas, War, Banco Imobiliário… e aprendi também a jogar xadrez. Sempre joguei muito mal, perdia todas. Mas até hoje me lembro da arrumação do tabuleiro e movimentação das peças.

Recentemente assisti a aclamada série “O Gambito da Rainha”, de tanto ouvir meus amigos falarem “coooooomo você ainda não assistiu????” Maratonei, não consegui parar até terminar o sétimo e último capítulo, e ainda fiquei com aquele gostinho de quero mais. Uma trama apresentada do jeito que eu gosto, daquelas que começa pelo fim, depois dá uns detalhes do início, mantém uma certa sequência com alguns flash-backs, volta pro início da história… A tão famosa “Jornada do Herói”. Emoções consecutivas, não dava para tirar o olho da tela. E, claro, trouxe de volta meu interesse pelo jogo de xadrez – que é o palco onde a história se desenrola.

O mesmo efeito pode acontecer com as marcas. Claro que aparecer no Netflix ajuda, mas hoje em dia cada um tem o seu mini-netflix, que são as redes sociais. E quando eu digo “marca”, não me refiro apenas a grandes empresas. Um advogado é uma marca. Uma arquiteta é uma marca. Um cabeleireiro é uma marca. Um coach é uma marca. Uma esteticista é uma marca. Qualquer profissional, de qualquer área, é uma marca. A diferença é O TIPO DE MARCA. Você é o tipo de marca que nem acha que é uma marca ou é o tipo de marca que interage com o público, que mostra o seu valor, que gera emoções positivas? Se você é do primeiro tipo, saiba que trabalhar o seu BRANDING te leva para o segundo tipo. Com qual velocidade? Depende de você.

Cuide bem do seu branding.

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Texto das imagens: inspirado no post original de @arthur.igreja
Foto: divulgação Netflix

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Seu cliente te enxerga da forma que você imagina?

COMO ESTÁ O SEU POSICIONAMENTO? Às vezes temos certeza que estamos sendo claros, mas estamos passando uma imagem muito diferente do que imaginamos. Tem certeza que o seu cliente está te enxergando da forma como você quer ser visto?

Se a sua comunicação não for muito bem definida, e falar a língua do seu cliente – não só verbalmente, mas visualmente e através dos mesmos valores – pode ter certeza que o lado de lá do espelho não vai refletir o que está do lado de cá.

O que você está achando “espirituoso” seu cliente pode estar achando “inconveniente”, o que você está achando “amigável” ele pode estar achando “invasivo”, o que você está achando “moderno” ele pode estar achando esquisito, o que você está achando “animado” ele pode estar achando “excessivo”.

Mas como passar a mensagem certa? Conhecendo muito bem o seu cliente. Os gostos, os hábitos, os princípios, o que ele valoriza e o que ele despreza. Sabendo o que ele acha certo e errado, sabendo a opinião dele sobre vários assuntos. Prestando muita atenção no que ele fala para você e – mais importante ainda – prestando atenção no que ele NÃO FALA para você.

Não é para você se moldar, modificar a sua personalidade, ser mais um “perfil fake”. Suas características únicas são o seu diferencial. É para que você afine sua comunicação, para passar corretamente sua mensagem, seu posicionamento, de forma eficiente. Afinal, a forma como seu cliente te enxerga faz parte do seu branding.

Cuide bem do seu branding.


Ps: infelizmente não sei quem é o autor da linda ilustração deste post. Agradeço à @nutfernandavaz por ter me enviados os quadrinhos.

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Como uma marca pode modificar o cenário social? Dando o exemplo.

A ERA DO PROPÓSITO

QUANDO UMA MARCA NÃO FOCA APENAS EM SEU BENEFÍCIO PRÓPRIO, MAS TAMBÉM NO COLETIVO, ELA INSPIRA AS PESSOAS A FAZEREM O MESMO. MAS PARA ISSO É PRECISO REALMENTE VIVER ESSES VALORES,

E NÃO APENAS DIVULGA-LOS.

Durante muitos anos as empresas focaram apenas em vender, vender, vender. Não importava se as pessoas precisavam ou não de seus produtos (vamos persuadir, vamos convencer, vamos vender!!), não importava se seus funcionários eram mal pagos ou infelizes (vamos lucrar, lucrar!), não importava o quanto o planeta sofreria as consequências a curto ou longo prazo (vamos produzir, produzir!!), não importava… nada.

Felizmente esse cenário está mudando, e mudando rapidamente. Marcas e consumidores estão se unindo para um consumo consciente e sustentável. Empresas oferecem novas opções de soluções e o público cada vez mais escolhe comprar dessas empresas. Por acreditar em seu propósito, por ajudar uma causa, por querer fazer parte de um grupo que busca melhor qualidade de vida não só para si, mas para o todo.

Erroneamente muitas empresas acham que basta simular um posicionamento, adotar discursos poéticos, solidários e gritar aos sete ventos suas teses de boa intenção. Nenhuma marca consegue sustentar por muito tempo uma falsa postura. As pessoas percebem. Não adianta criar um marketing em volta de uma missão. É preciso que as atitudes sejam coerentes com os discursos. A marca que apóia minorias não pode poluir. A marca que protege os animais não pode tratar mal os funcionários. A marca que difunde a paz e a espiritualidade não pode ser mesquinha com seus parceiros. Não é para “vestir uma fantasia”. É para verdadeiramente SER.

É com ações, não apenas com palavras, que se dá o exemplo, que se demonstra a preocupação com o coletivo, é assim que uma marca consegue inspirar as pessoas e aos poucos vai ajudando a melhorar o mundo.

Descubra o seu propósito e seja você também uma marca inspiradora.

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Dia-a-dia Negócios

As pessoas enxergam seu verdadeiro valor?

O mundo está super lotado de opções. A cada dia, o mercado é atingido por verdadeiras avalanches que despejam novos profissionais e novas empresas, em todos os segmentos. São como pedras que se amontoam, e o público vai escolhendo a que está mais na frente, ou a maior. E você vê pessoas muito menos qualificadas, empresas que nem são íntegras e experientes como a sua, serem escolhidas, enquanto você vai ficando para trás, como que soterrado, esquecido.⠀

Só que o mercado estar lotado de profissionais não é o seu verdadeiro problema.⠀

É o que eu costumo chamar de Síndrome da Pedra Bruta. Pedras preciosas brutas se confundem com pedras comuns. Mas depois de lapidadas, podem valer fortunas, porque assim mostram seu verdadeiro valor.⠀
Eu me dedico a lapidar profissionais e empresas. Eu acredito que o verdadeiro valor precisa ser mostrado. Acredito que, não importa o seu tamanho, você tem sim algo muito valioso precisando apenas dos ajustes certos para se fazer notado. Eu ajudo a contar suas histórias, seu propósito, seus valores e princípios. Faço com que o público enxergue seus conceitos intangíveis, traduzindo-os em uma imagem que o representa. E assim você passa a ser escolhido não por ser uma opção, mas por você ser VOCÊ.⠀

Não basta ser valioso, você precisa SER PERCEBIDO como tal. ⠀

Eu acredito que ninguém precisa ter uma grande empresa para ser uma grande marca. E te convido a abandonar sua condição de pedra bruta para brilhar como um verdadeiro diamante.⠀

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Não seja o chatão do WhatsApp

Branding é a forma como as pessoas te vêem. É a sua reputação. Não seja visto como um chato inconveniente.

A DIFERENÇA ENTRE O REMÉDIO E O VENENO É A DOSAGEM.⠀

Um beija-flor é um ser muito lindo. Eu costumo colocar água num frasco especial para os beija-flores na minha janela. Acho lindo quando eles vêm beber. Mas se um deles entrar no meu escritório, e ficar voando na frente do computador enquanto eu preciso trabalhar… não vou achar bom, vou querer colocá-lo pra fora. Porque ele estará me interrompendo, me atrapalhando. A janela está aberta mas não é para ele entrar.⠀

O WhatsApp é uma ferramenta fantástica, mas se utilizado de forma errada é um grande tiro no pé! Pode ser invasivo, inconveniente. Só esta semana já bloqueei duas pessoas. Dois desconhecidos que me mandaram propaganda pelo aplicativo. Imagina você estar andando na rua, alguém pula na sua frente e fala “compra isso!” Pois é. ⠀

Algumas regrinhas básicas para não ser o chatão do WhatsApp, e para não perder oportunidades de negócios, retiradas do meu ebook ETIQUETA PARA REDES SOCIAIS: ⠀

1 – Seja sensato em relação aos horários. Nunca envie mensagens muito cedo pela manhã ou tarde da noite.⠀
2 – Não mande áudios para quem você não conhece; e para quem você conhece, não envie áudios longos. Seja breve.⠀
3 – Prefira as mensagens de texto. Nem sempre a pessoa pode ouvir um áudio. ⠀
4 – Não mande publicidade, divulgação de produtos / serviços, promoções, cardápios etc para quem não solicitou.⠀
5 – Se você tem permissão da pessoa para enviar divulgação, mesmo assim seja comedido, não envie centenas de fotos, por exemplo.⠀
6 – Não coloque pessoas em grupos e/ou listas de transmissão sem permissão prévia.⠀
7 – Ao entrar em contato pela primeira vez, apresente-se. Seja educado como se estivesse face a face com a pessoa.⠀

Utilizando o WhatsApp da forma certa você pode até fazer ótimos negócios com essa ferramenta. Seja visto como uma pessoa agradável, para que suas mensagens sejam sempre bem recebidas. Cuide bem do seu branding.⠀

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Se você quiser uma cópia do meu ebook ETIQUETA PARA REDES SOCIAIS me manda um e-mail para marcia@marciafialho.com.br que eu te envio! É grátis! 😉⠀

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Profissionais de saúde e a nova concorrência online.

“CONHECE UM BOM DERMATOLOGISTA NO LEBLON?” Você está pronto para isso acabar? Ninguém mais precisa procurar uma ótima nutricionista em Copacabana, ou no Rio de Janeiro, ou no Brasil…. Sim, porque com a Telemedicina não existem mais as fronteiras físicas. Já pensou nisso? Hoje a pessoa pode morar em Barra Mansa e se consultar com um psicólogo em Paris… Na verdade é uma nova realidade boa para os pacientes e para os profissionais de saúde. ⠀

Só tem um porém: com a pandemia do Coronavírus todos os profissionais de saúde que resistiam aderir às redes sociais entraram na internet ao mesmo tempo. E muitos já estavam lá conversando com as pessoas há algum tempo… ⠀

Claro que a tendência é que as pessoas continuem se consultando com os profissionais que já frequentavam presencialmente. Mas não tem como ignorar o aumento da concorrência. Como se destacar para ser escolhido?⠀

Você não apenas precisa ter presença online como precisa estar nas redes sociais DA FORMA CERTA. É preciso estratégia para se comunicar com eficiência, não infringir os códigos de ética, e se diferenciar no mercado lotado. Mais do que ser um profissional competente, você precisa SER VISTO como um profissional competente. “Marque sua consulta”, “ligue já”, “resultados garantidos”, “o melhor profissional do mercado” são formas de comunicação ultrapassadas e nada eficientes hoje.⠀

Mostre ao público quem você é. Mostre como você pensa, como trabalha. Mostre que tem experiência, explique assuntos que para nós leigos são complexos. E deixe de lado os termos técnicos, fale de forma que qualquer um entenda. Se seu objetivo é conseguir mais clientes, não fale como se estivesse dando palestra para profissionais da sua classe. Fale como se o paciente estivesse na sua frente. Mostre que se importa. Esclareça, simplifique, gere empatia. Tenha um visual diferenciado, seja uma marca que transmite confiança. Comunicação visual e auditiva geram sentimentos nas pessoas. Isso é BRANDING.⠀

A internet é um meio fantástico de conexão e aproximação de pessoas. Mas, da mesma forma que comprar um carro não faz de você um bom motorista, é preciso saber como se posicionar online para ser bem sucedido.⠀

Cuide bem do seu branding.⠀

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Cartão de visitas: ainda se usa?

Resposta rápida, não preciso nem pensar: SIM!!!! O bom e tradicional cartão de visitas impresso ainda se usa!

Já vi várias pessoas defendendo que cartão de visitas é algo ultrapassado, que é anti-ecológico, que você tem é que pegar o WhatsApp das pessoas. Na minha opinião, não é bem assim.⠀

O cartão de visitas é chique, é eficiente e é uma ótima forma de “formalizar” um contato presencial. E sim, ele faz parte do seu branding. Para garantir o sucesso dele, tenho uma lista de regrinhas, que fui construindo com minha experiência ao longo dos anos:⠀

✨ Imprima seus cartões em papel de alta gramatura. Nada de cartão molenga!⠀
✨ Mande imprimir numa gráfica! Nada de fazer seus cartões em casa na impressora jato de tinta, isso ficou no século passado! Quanto melhor a impressão, mais chique seu cartão ficará e mais seu valor percebido aumentará.⠀
✨ Menos é mais: cuidado para não poluir o visual. ⠀
✨ Use as duas faces. Sim, distribua as informações de forma coerente na frente e no verso do cartão.⠀
✨ Legibilidade em primeiro lugar. Nada de fontes muito pequenas nem muito cheias de detalhes. Verniz em cima do texto também prejudica a leitura (na marca ou em detalhes fica ótimo)⠀
✨ Nada de cartão “misterioso”! Mostre claramente seu nome, o que você faz e como te acham.⠀
✨ Não coloque o seu currículo no cartão de visitas. Sim, você merece e deve exibir todos os títulos que conquistou, mas um pedaço de papel 9 X 5cm não é o local mais adequado pra isso. Escolha o título mais importante e tá ótimo.⠀
✨ Mas você pode, com parcimônia, dar o seu recado! Na frente do meu cartão, em cima da minha marca, está escrito: “O desenho da sua marca precisa transmitir o real valor do seu produto ou serviço.” ⠀
✨ Tenha seu cartão de visitas sempre com você! Nunca sabemos quando vamos precisar, e é chato quando pedem e a gente está sem.⠀

👩‍🎤 Quer ser moderno? Tenha uma versão virtual do seu cartão de visitas, para mandar por WhatsApp! Mais bacana ainda se você colocar nele links clicáveis direcionando para suas redes sociais. Tenho aqui no blog um post ensinando como se faz isso, dá uma olhada.⠀<< clica!