Lembra dele??? No romance de terror gótico da escritora britânica Mary Shelley, de 1817, o cientista Victor Frankenstein resolve criar um ser humano em laboratório. Com um pedaço daqui, um pedaço dali… montado do jeito que dava, com o que tinha. E a criatura acabou com uma aparência de monstro. Ao longo dos tempos, o público passou a chamar o próprio monstro de Frankenstein, e ele virou sinônimo de “uma coisa esquisita, feita de várias partes que não combinam”.

Muitas vezes, para construir a identidade de uma empresa, as pessoas se baseiam em outras empresas. Observam o que acham que está funcionando para os outros e vão fazendo igual. Pegam uma idéia daqui, outra dali… e vão juntando o que acreditam ser “a última tendência”, “o que está dando certo”. A fala de um, o jeito do outro, o visual de mais outro. “Fulano tem um Instagram que engaja muito, vou fazer igual”, “vou modelar Sicrano, porque ele está se dando super bem.” “Meu colega tem um logotipo azul, o meu também vai ser, li que azul é a cor do sucesso”. E é assim que vão nascendo as empresas Frankenstein…

O mais importante para uma marca é ter uma identidade própria. Nascer a partir da sua própria história, dos seus próprios valores. Mostrar-se como realmente é. Ter a sua fala própria, a sua aparência verdadeira. Realizar suas próprias ações originais, criar suas próprias tendências. Ser responsável pelo seu posicionamento e assim ir criando sua reputação. Isso é branding.

Cuide bem do seu branding.

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