Quanto custa não ter uma marca profissional?

Algumas coisas a gente compra porque precisa. Algumas a gente não precisa, mas compra assim mesmo porque está a fim de ter. Algumas coisas a gente precisa, mas aproveita e compra uma BEEEM BACANA por vários motivos: porque está na moda, porque quer se diferenciar, porque quer fazer parte de um grupo seleto… porque está a fim. E tem aquelas coisas que dá pra viver sem elas, mas se a gente tiver, ajuda bem. Tipo forno de microondas. Ou uma air fryer (ah, não, peraí, não dá pra eu viver sem a minha air fryer!!!!).
E tem também aquela categoria de coisas que-dá-pra-viver-sem-elas-mas-se-você-tiver-ajuda-bem e… se você tiver uma bem bacana ajuda mais ainda. O quê, por exemplo? UMA MARCA.

Você não “precisa” ter uma marca. Mas se você tiver uma, você se diferenciará no mercado. E se você tiver uma marca PROFISSIONAL vai se diferenciar mais ainda. O valor percebido dos seus serviços vai aumentar. Você crescerá aos olhos dos clientes. Porque uma marca profissional vai muito além de um desenho bonitinho. Ela será a representação da sua essência, da sua trajetória, da sua história. Ela transmitirá ao público todo o seu valor. Veja por seus próprios atos: quando você quer impressionar, “fazer bonito” num evento, você veste um terno bem cortado, um vestido de tecido nobre, se possível de boas grifes… ou coloca aquela calça confortável de moletom e uma camiseta molinha, já bem amaciada? É tudo roupa, não é mesmo? Mas uma bela vestimenta te destaca, mostra o quanto você é especial. A sua marca é você, quando você não está presente. Ela te representa, ela transmite seus valores e excelência.

Você investe em boas roupas, relógios, sapatos, carros… na decoração do seu local de trabalho e residência. Já parou para pensar o quanto está te custando não investir em uma marca profissional?

Embalagem: sua empresa tem uma embalagem premium?

Por que existem “embalagens para presente”? Porque presentes devem ser especiais, e uma linda embalagem valoriza o produto. Já aconteceu de alguma vez vocês escolher comprar um presente em uma certa loja só porque a embalagem que faziam era linda? E você já recebeu algum presente que ficou com pena de jogar a embalagem fora?

A embalagem de sua empresa é a sua Identidade Visual. Por isso é super importante você ter uma imagem profissional e muito bem cuidada. A percepção que seus clientes têm de sua empresa é traduzida por sua marca e por tudo que a cerca. A harmonia de seus impressos, de sua comunicação externa (postagens no Facebook e Instagram, site etc), do ambiente de seu consultório ou escritório, cada pequeno detalhe conta. Aliás, é nos pequenos detalhes que a percepção de qualidade é ainda mais aguçada.

Como está a embalagem da sua empresa? Irresistível? Premium? Ela transmite toda a qualidade de seus serviços? É mais profissional e atraente que a do seu concorrente?

Porque fazer seu site com o sobrinho da sua vizinha é uma péssima idéia

Ok, você entendeu. Estamos falando de contratar uma pessoa que, apesar de saber mexer muito bem no computador, de fazer uns trabalhos “super legais”, não é um profissional qualificado para ajuda-lo a se diferenciar no mercado.

Você merece alguém saiba orientar corretamente seu posicionamento, passar ao público sua essência, mostrar a qualidade e valor de seu trabalho mesmo você não estando presente para falar sobre ele. E, além de tudo isso, diferencia-lo da concorrência, que aumenta a cada dia. Colocar o seu site nas mãos de alguém que não entenda de marketing de diferenciação, de branding, e que não tenha experiência de mercado vai simplesmente colocar você, profissional de alto nível, no mesmo balaio de um monte de “qualquer pessoa que fez uma faculdade”, de um monte de gente que só consegue atender pelo plano. E certamente não é isso que você quer, não é mesmo?

É notório que hoje em dia todo profissional precisa se comunicar cada vez mais com seu público. Na área da saúde, então, essa comunicação faz-se ainda mais importante, por estar lidando com vidas. Precisa ser cuidadosa, acertiva, acolhedora e ética. Como você quer que seu paciente te veja? Como você está se comunicando com ele?

O sobrinho da vizinha tem sim o seu valor. Ele vai fazer ótimos sites para o público dele, para quem fala a língua dele. Mas se você quer voar alto, voe com as águias. Contrate um profissional qualificado, escolha-o por suas capacidades, pelos seus resultados, não pelo preço (é isso mesmo, papai do céu está vendo que você gastou a maior grana naquele carrão novo mas ficou chorando pra fazer seu site). Sua imagem é um bem de extremo valor, invista nela. Profissionais experientes contratam profissionais experientes. É desta forma que garantem seus ótimos resultados.

Minha empresa precisa ter um site?

Muitas pessoas me perguntam: uma pequena empresa para ter mais credibilidade precisa ter um site?

A resposta é sim. Principalmente por causa do domínio personalizado (www.nomedaempresa.com.br). Hoje em dia uma empresa ou profissional liberal usar emails gratuitos para se comunicar (gmail, hotmail etc) dá ao público uma percepção meio estranha, não passa tanta confiabilidade. A forma profissional é algo como contato@nomedaempresa.com.br. O website é a sua base estável online, algo que te pertence, e isso gera credibilidade. Muito bom também é ter um blog dentro do próprio site, onde você fala sobre os produtos/serviços que vende, para o público sentir que você realmente entende do assunto. E pode parecer bobagem, mas ter um telefone fixo também dá mais credibilidade do que ter apenas um número de celular. O cliente vai ter a impressão de que você não vai “sumir” de repente (o que infelizmente ainda acontece muito). Sim, claro que a presença nas redes sociais – principalmente Facebook, Instagram e YouTube – é muito importante. Mas o site é a sua base. Eu monto as estruturas de trabalho de meus clientes desta forma há muitos anos (muitos chegam aqui com a mesma dúvida sua), e tem dado certo, estou sempre estudando as estratégias mais atuais.

Quando um cliente me procura para iniciar o seu negócio, eu sigo o seguinte fluxo de trabalho:
– ajudo a criar um nome de impacto para a empresa
– registro o domínio, contrato a hospedagem do site
– crio a identidade visual
– crio as caixas postais de e-mail
– monto o site
– faço as estratégias de marketing digital.

Depois treino o cliente a alimentar as redes sociais de forma eficiente e ele vai seguindo, relacionando-se com seu público. E desta forma a nova empresa vai se destacando no mercado.

A terapia da pia de louça

Você trabalha em home-office. Mora sozinho. Sua diarista vem uma vez por semana (ou pode ser até que você não tenha uma). É domingo. Você está com seus prazos super apertados, amanhã tem um monte de trabalho para entregar. Você entra na cozinha e dá de cara com… o caos! E ainda é de manhã, a louça do almoço ainda nem chegou… Viver, e também trabalhar num lugar bagunçado não é nada produtivo nem saudável. As energias não fluem. Mas e tempo pra manter tudo em ordem???

Nada de pânico. Faça da sua pia lotada uma forma de terapia.

(Essa mulher enlouqueceu, coitada.)

Não enlouqueci. Pensa comigo: está comprovado por diveeeeeersos estudos que é muito mais produtivo fazer pequenas pausas depois de algumas horas de trabalho do que “emburacar” e ficar o dia todo com a cara no computador. Você precisa mexer o seu corpo, esticar as pernas, a coluna, direcionar olhar para mais longe do que o monitor do seu computador. Tem até gente que fica segurando o xixi pra não ter que levantar (um dia eu conto todos os malefícios dessa prática de não urinar com frequência). E é aí que entra… sua pia!

(Continuo achando que pirou.)

Sabia que mexer com água é uma forma de desestressar, de desassimilar energias pesadas? Respira fundo, estica a coluna e encara a pia. Você pode ouvir música durante esse processo, ouvir um podcast, deixar a TV ligada durante o telejornal ou simplesmente ficar no silêncio e tentar não pensar em absolutamente nada. Olha pro prato sente o sabão, esquece tudo o estava fazendo. Meditação? Exatamente (uma amiga uma vez me falou que medita passando roupa). E sabe o que eu faço? Se a quantidade de louça é muita, eu lavo por partes. Sessões de 10 minutos no máximo. Depois na próxima pausa eu lavo mais um pouco. Aproveita e agradece, porque se tem louça suja na pia isso significa que você teve o que comer. Agradecer também é maravilhoso para limpar as energias do ambiente.

Dá para usar essa técnica com outros trabalhos domésticos também. Aquela idéia boa não vem? Vai botar roupa pra lavar. Aquela planilha não bate? Dá uma arrumada no escritório. Parece uma grande bobagem, mas você vai se surpreender como fazendo isso a sua vida vai ficar mais arrumada e as idéias vão fluir mais. Porque para ser criativo a gente precisa de vez em quando mudar totalmente o pensamento. Comigo tem funcionado muito bem.

Não gostou? Achou isse texto a maior bobagem? Deixa a sua dica aqui então, pô! Ajuda aí que a gente agradece! 😉

Trabalho em Home Office – regras trabalhistas

31Olá!!!!
Hoje em dia não apenas os free-lancers, mas também os contratados de carteira assinada podem trabalhar em sistema de home office. Esta é uma atualização das informações do meu post anterior sobre o assunto, que você pode ler aqui. A reforma trabalhista recente regulamentou o trabalho realizado de casa e muitas empresas estão aderindo a este esquema, que mostra-se eficiente e mais vantajoso para elas. É muito mais econômico manter o funcionário em casa. Mas é necessário o cumprimento de horários, não tem essa de trabalhar a hora que quiser (o que acontece quando você é um free-lancer). O funcionário precisa estar à disposição do empregador no horário combinado. Veja abaixo a resposta para algumas dúvidas:

1 – O empregador pode demitir o funcionário e recontrata-lo para trabalho em home office?
Não é necessário. Basta que ambas as partes estejam em comum acordo.

2 – Pode-se trabalhar alguns dias na empresa e alguns em casa?
Sim, existe essa possibilidade, sem alteração no contrato de trabalho.

3 – Os direitos trabalhistas são os mesmos?
Sim, o funcionário de horário integral tem direito a férias, 13º salário e FGTS.

4 – E quanto aos benefícios?
São decididos em acordos, e é muito importante que ambas as partes tenham isso bem definido para evitar embates futuros. O empregador pode decidir não pagar vale transporte, por exemplo, se o funcionário não precisa ir à sede da empresa com frequência.

5 – Quem trabalha em home office tem direito a horário de almoço?
Sim, continua tendo direito ao horário de refeição e descanso.

6 – Existe limite máximo de jornada de trabalho em home office?
Sim, o contrato para home office respeita a jornada de 44 horas semanais.

7 – O trabalhador ficará disponível em qualquer horário?
Não, para isso ele deverá receber o adicional de sobreaviso.

8 – Quem trabalha em home office tem direito a descanso semanal?
Sim, como qualquer outro trabalhador.

9 – A empresa contratante é obrigada a fornecer a infraestrutura necessária para o trabalho em home office?
Sim, todos os equipamentos necessários ao trabalho devem ser fornecidos pela empresa.

10 – E as contas? A empresa é obrigada a pagar as contas de luz, internet e telefone do funcionário home office?
Sim, a empresa deverá arcar com esse custo, ao menos o proporcional necessário para a realização do trabalho regular.

Fonte: escritório Stuchi Advogados, via jornal Metro de 31 de julho de 2017

Quem não se comunica…

Entre 1956 e 1988 a televisão brasileira transmitiu os programas do Chacrinha – José Abelardo Barbosa de Medeiros – apelidado de “Velho Guerreiro”. Um de seus bordões mais famosos era “Quem não se comunica se trumbica”. Muito sábio, o Chacrinha.

Um problema muito sério no relacionamento cliente X fornecedor é a comunicação. A ineficiência ou mesmo a falta dela.

O filme Minha Amada Imortal (Immortal Beloved, Bernard Rose, 1994) mostra uma carta que Beethoven “acha” que enviou à sua amada. Na verdade a carta nunca foi entregue à sua dona, gerando, assim, o término de um grande amor. Um mal-entendido com consequências irreparáveis.

Mal-entendidos são terríveis. Um deles custou-me um cliente recentemente. E podem ser evitados. Com cuidado, muita atenção e persistência. Algumas idéias para manter uma boa comunicação com seu cliente:

• Registre por escrito reuniões, pedidos, orientações… com datas. Guarde os e-mails que trocou com os clientes.
• Combine datas de entrega de trabalhos. “Assim que puder”, “logo” e “rápido” não são prazos reais.
• Se o cliente não responder seu e-mail, aguarde um ou dois (no máximo) dias e confirme se o e-mail foi recebido
• Se seu cliente desaparecer, procure-o. Muitas pessoas pedem orçamentos e depois somem. Não suma você também. Confirme se a pessoa desistiu do trabalho, se ainda está pensando ou se não recebeu sua correspondência.
• Confirme o confirmado. A gráfica disse que ia entregar direto no cliente? Confirme se entregou. O fornecedor disse que as pastas são impermeáveis? Confirme se a tinta não sai quando molha. Parece bobeira, mas não é.
• Detalhe sempre. O cliente disse “nem precisa me dar o orçamento, pode mandar fazer”? Pegue um orçamento prévio e peça a ele para assinar. Disse “quero laranja, você pode escolher o tom”? Pegue uma tabela Pantone e mostre a ele, anote o número escolhido. “Mande fazer mais mil postais”. Envie um arquivo pdf do trabalho original e pergunte se não há realmente nenhuma modificação a ser feita.
• Dê sinal de vida de vez em quando. Não precisa ser chato e ficar ligando toda semana, mas telefone no aniversário do cliente, mande um brinde bonitinho no final do ano, ou simplesmente convide para um almoço ou café. O cliente pode não precisar de você naquele momento, mas certamente gostará da atenção.

Tem mais alguma dica bacana sobre comunicação com cliente? Envie pra nós! 🙂

Lançamento do livro O Mais Querido do Brasil, de Ziraldo

Hoje foi dia de festa na sede da Gávea do Clube de Regatas do Flamengo. Uma visita de Ziraldo para autografar seu livro “O Mais Querido do Brasil” em quadrinhos. Cinquenta crianças da Escola Municipal Sérgio Vieira de Mello foram convidadas e fizeram a maior farra: pintaram o rosto, desenharam, lancharam e brincaram com os mascotes Uruba e Urubinha. Cada uma ganhou de presente da Editora Globo um exemplar do livro, que levaram para casa autografado pelo autor. Foi uma tarde cheia de alegrias na linda sala de troféus do clube. Parabéns ao pessoal do Marketing do Flamengo pela organização!



Jade Barbosa

Como alguns já sabem, trabalho como diretora de Marketing do Clube de Regatas do Flamengo. Não vou lá todos os dias, porque minha função principal é cuidar do desenvolvimento do site oficial e posso fazer a maior parte do trabalho em meu escritório. Mas pelo menos uma vez por semana vou à sede da gávea para reuniões etc. Ontem foi um desses dias, estava acompanhando a Mila Juns, uma das programadoras do site, que veio de São Paulo para uma reunião. Ao passarmos ao lado do ginásio olímpico vimos uns flashes… lá estava nossa campeã numa sessão de fotos!

Desde os jogos Panamericanos eu estava tentando fazer uma entrevista com a Jade para o site do Flamengo. Mas a agenda da atleta nunca permitiu, assim que os jogos no Rio de Janeiro terminaram ela voou para a Europa. Conversei com o pai dela, Celso Barbosa, extremamente atencioso e simpático. Ele prometeu ajudar nesse projeto, disse que podemos enviar as perguntas por e-mail e ela nos mandaria as respostas. Disse também que poderia fornecer fotos para a matéria. Dessa forma, em breve teremos uma nova entrevista no flamengo.com.br. (obs: deu tudo certo e hoje a entrevista com a Jade já está na Flapédia: www.flamengo.com.br/flapedia).

Jade é uma graça, simpática, paciente, atenciosa – muito fofa. Atende a todos que se aproximam com carinho e um sorriso. Ela devia estar cansadíssima depois da longa sessão de fotos que incluía trocas de roupa, num dia de calor intenso (eu estava derretendo dentro do ginásio). Mesmo assim tirou fotos com os fãs que se aproximaram e conversou um pouquinho comigo. Eu sugeri ela ter um blog no site do Flamengo, mas ela disse que muito provavelmente ele ficaria com conteúdo muito atrasado por causa do pouco tempo livre em seu dia a dia. Um blog tem que ter informações frequentes, não é mesmo? Uma atleta tão disciplinada não se comprometeria com algo que ela achasse que não poderia cumprir.Foi uma alegria muito grande conhecer Jade Barbosa pessoalmente. É claro que a tiete aqui não poderia deixar de registrar o encontro com uma foto! E assim vocês ficaram sabendo como eu sou baixinha… Olha eu do lado dela!!! Rs, rs, rs

Macumba?

Qual o designer que nunca fez uma maluquice por seu trabalho? Formatando um livro sobre carnaval, cismei que precisava de uma foto de um pé de chinelo velho perdido na areia da praia, meio enrolado numas serpentinas… “Acabou noooooosso car-na-vaaaaaal…” Pois é, lá fui eu pra praia de Ipanema, em plena quarta-feira nublada fazer a tal foto. Na sacola (de supermercado) um pé de tamanco que eu nem lembrava que tinha, outro de sandália havaiana, uma garrafa vazia de cerveja long neck, algumas serpentinas e um punhado de confete. A lenha foi achar confete e serpentina pra comprar em setembro. Ah, e minha câmera, claro, e as chaves de casa. Sabia que a praia estaria completamente vazia pelo horário e o frio do início de primavera. Não dava pra levar mais do que o essencial.

Foi eu agachar para montar minha produção fotográfica e imediatamente colar em mim a única alma encarnada naquela praia: um vendedor de pipas. Eu estava bem perto do calçadão, pra poder correr ao primeiro sinal de adversidade. A primeira sugestão de meu espectador foi que eu fosse mais pro meio da areia, lá ela estava “mais fofinha”… Eu disse “não obrigada, não precisa, só vou fazer uma foto”. A criatura não descolou. Ficava dando palpites “coloca mais confete! Ia ficar legal se tivesse umas pontas de cigarro! Coloca chave também!” Eu lá agachada, virando sandália pra cá, tamanco pra lá, não concordando com meu “assistente”, mas também não discordando, que eu não sou besta… Fiz umas 15 fotos com diferentes poses de chinelos e garrafa, despedi-me da figura e fui-me embora. Ah, dei um rolinho de serpentina pra ele, de brinde.

Já no escritório me toquei do seguinte: o que as pessoas que passavam na calçada ou de carro ali do lado poderiam ter pensado daquela cena? Uma mulher de cócoras na areia da praia numa tarde nublada, arrumando umas coisas no chão, com um vendedor de pipas mais pro despencado do lado? Macumbeira, claro!!!! Bem que os rapazes do quiosque me olharam meio esquisito quando eu fui embora. E que macumbeira estranha, que depois leva a macumba de volta pra casa e deixa a praia limpinha… Ai, ai… E a foto final vocês podem ver no início deste post, pra mostrar como o mico valeu à pena! Rs, rs, rs.