Redes Sociais sim! Mas siga as regras…

Sim, todos já entenderam que hoje em dia médicos e profissionais de saúde em geral também precisam se divulgar nas redes sociais. O mundo mudou e a forma das pessoas se comunicarem também. É muito comum ver pacientes acessando a internet para buscar informações sobre saúde – e cabe aos bons profissionais manter o nível dessas informações o mais alto possível. Mas é necessário prestar muita atenção às regras de cada Conselho Regional, para não infringir nenhuma norma, porque o coleguinha invejoso vai te denunciar sim…

Aqui estão 8 recomendações que o CREMESP divulgou recentemente para os médicos, com base na Resolução CFM 2.126/2015

1 – Não publicar fotos de seu paciente ou em conjunto com o mesmo (mesmo com o concentimento do paciente); de recém-nascidos com seus familiares; nem em sala cirúrgica para relatar o que será feito ou procedimento já realizado.

2 – O médico não pode afirmar que não existem complicações em seus procedimentos ou que todos os seus pacientes estão satisfeitos, nem publicar imagens de “antes e depois”.

3 – Não publicar elogios ou agradecimentos por parte de terceiros e prêmios que não tenham valor científico como “melhor médico”, “médico em destaque” e similares.

4 – Preços de procedimentos e formas de pagamento não devem ser divulgados nas redes sociais dos médicos, eles também não devem oferecer prêmios, consultas ou avaliações gratuitas.

5 – Nas páginas de clínicas, hospitais, casas de saúde e outras instituições de saúde deverão constar o nome do diretor técnico e sua correspondente inscrição no Conselho Regional de Medicina.

6 – O médico pode divulgar em suas redes sociais informações, entrevistas e publicar artigos, versando sobre assuntos médicos de fins estritamente educativos.

7 – O médico pode divulgar os cursos e atualizações realizados, desde que relacionados à sua especialidade ou área de atuação devidamente registrada no Conselho Regional de Medicina.

8 – Sempre que houver dúvida, o médico deverá consultar a Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame) dos Conselhos Regionais de Medicina, visando enquadrar o anúncio aos dispositivos legais e éticos.

Mas como fazer boas postagens então?
“Marque sua consulta”, “Já visitou seu dentista este semestre” ou “Agenda aberta para agosto” não atraem público algum. Coloco aqui 5 dicas para postagens eficientes:

1 – Pessoas se conectam com pessoas. Se você tem uma clínica, não poste “a Clinica Sorriso cuida de você para que… etc”. Pessoas não conversam com empresas. Poste como você mesmo, você é uma pessoa que trabalha ali. “Eu, Dra Fernanda, da Clínica Sorriso, quero cuidar de seus dentes para que você nunca tenha cáries.” Percebe a diferença da comunicação? Tenha um propósito. Mostre que você se importa. Fale com naturalidade, como se o paciente estivesse sentado na sua frente.

2 – Grave videos falando sobre o seu trabalho de forma bem acessível ao público leigo. Explique como se fosse para uma criança de 6 anos (mas sem voz de bebezinho pelamordedeus!). Por exemplo, se você é dermatologista fale sobre a importância dos cuidados com a pele a cada faixa etária (cada faixa vale um video, não poste todas de uma vez!). Dê informações úteis e valiosas. Não fale por alto, explique bem direitinho. Não, você não vai perder pacientes por dar conteúdo de valor gratuitamente, ao contrário. Mais pessoas vão te procurar.

3 – Faça uma série de videos curtinhos, tipo um minuto, com uma única dica. Dê um nome interessante à série, tipo “Um Minuto para Nutrir”, “Dicas da Corujinha” (lembrei-me da marca da minha cliente Meu Sonho é Dormir) ou “Prevenir é Rápido”. Mantenha uma regularidade (ter um dia da semana certo para postar é ótimo!) e aos você terá uma audiência fiel.

4 – Tire proveito das estações do ano. Ex: se você é alergista, fale sobre as alergias que mais surgem no inverno e como evita-las. Se você é cirurgião plástico mostre porque os meses mais frios são ideais para certos tipos de tratamento, etc.

5 – Não faça da sua timeline um álbum de figurinhas. Algumas pessoas usam a mesma base (template) para todas as postagens buscando uma padronização e acaba que no conjunto fica muito monótono. Intercale não apenas as bases como os assuntos. Faça um planejamento de postagens. Sim, use sempre fotos muito bonitas (evite aquelas fotos que mostram a gente por dentro, nós leigos não queremos ver sangue, vísceras, pontos recém dados, acho que vou desmaiar…) mas intercale uma frase motivacional com uma dica, com algo divertido, com algo sério, com uma foto que apareça você – sim, o povo quer ver você.

Mas e os depoimentos dos pacientes? Seus pacientes podem postar por escrito na aba “avaliações” da sua fanpage, e ainda marcar quantas estrelinhas você merece (o que, você não tem uma fanpage? Ora, ora… Vá já pro Facebook criar uma!). Uma dica legal: crie uma hashtag exclusiva e peça para os pacientes utilizarem quando postarem sobre você em suas redes. Você não pode postar foto com o paciente, mas o paciente pode postar foto com você! E usando a sua hashtag, fica fácil o público te encontrar! Divulgue sua hashtag no seu site, nas redes sociais e vale até colocar uma plaquinha na parede do consultório. É a era digital, vamos aproveitar os bons recursos que ela nos oferece!

Beijo beijo e bons posts!

Vai ficar tudo bem.

Muitas vezes as pessoas chegam aos consultórios médicos assustadas e/ou amedrontadas. Uma vez acompanhei uma amiga que tinha uma doença séria, ela precisou sentar na recepção no térreo e se acalmar, tamanho o medo de subir para a consulta. Os fantásticos profissionais que cuidam da nossa saúde não conseguem imaginar como pode ser difícil às vezes passar por suas portas e aguardar os intermináveis minutos para a consulta. “Será que é grave?” “Eu sei que é grave… será que tem cura?” “Quanto tempo levará para eu me curar?” Passa de tudo e muito mais na cabeça da gente.

Certa vez fui ao consultório de um angiologista, não para me consultar, mas para fazer uns trabalhos para ele. Lembro-me do tempo que passei na sala de espera. Os rostos preocupados dos pacientes… e os quadros na parede. Aneurismas. Sim, os quadros eram imagens de aneurismas. Lembro-me que quando entrei no consultório disse a ele “o cara chega aqui todo estrupiado – sim, usei esse termo técnico-científico – e tem que ficar olhando aquelas coisas horrorosas?” E ele respondeu “mas são imagens lindas!” Sim, claro que eram. Para ele, porque aquelas imagens significavam toda a “mágica” que ele fazia (era um médico fantástico) para curar os pacientes. Mas os pacientes olhavam e só viam doença.

Que tal acolher seus pacientes em seu consultório fazendo-os, pelo menos por um momento, esquecer suas doenças? Tenha na sala de espera uma TV que não passe a novela ou – pior – o noticiário. Mostre uma sequência de imagens bonitas, positivas, relaxantes. Tenha quadros, posters, almofadas com afirmações positivas, algo que a pessoa precise naquele momento. “Isso também vai passar”, “Vai ficar tudo bem”, “Momentos difíceis nos tornam mais fortes”, algo que a gente falaria para um amigo em um momento complicado. Pode até ter uma “brincadeira”, um pote que ao invés de balas tenha um monte de papaeizinhos: “Tire aqui a sua afirmação do dia. Repita-a várias vezes e eleve seu espírito”. Uma simples frase à vezes cai como uma luva em um momento pessoal, e isso só traz vantagens, tanto para quem cuida como para quem está sendo cuidado.

Quanto custa não ter uma marca profissional?

Algumas coisas a gente compra porque precisa. Algumas a gente não precisa, mas compra assim mesmo porque está a fim de ter. Algumas coisas a gente precisa, mas aproveita e compra uma BEEEM BACANA por vários motivos: porque está na moda, porque quer se diferenciar, porque quer fazer parte de um grupo seleto… porque está a fim. E tem aquelas coisas que dá pra viver sem elas, mas se a gente tiver, ajuda bem. Tipo forno de microondas. Ou uma air fryer (ah, não, peraí, não dá pra eu viver sem a minha air fryer!!!!).
E tem também aquela categoria de coisas que-dá-pra-viver-sem-elas-mas-se-você-tiver-ajuda-bem e… se você tiver uma bem bacana ajuda mais ainda. O quê, por exemplo? UMA MARCA.

Você não “precisa” ter uma marca. Mas se você tiver uma, você se diferenciará no mercado. E se você tiver uma marca PROFISSIONAL vai se diferenciar mais ainda. O valor percebido dos seus serviços vai aumentar. Você crescerá aos olhos dos clientes. Porque uma marca profissional vai muito além de um desenho bonitinho. Ela será a representação da sua essência, da sua trajetória, da sua história. Ela transmitirá ao público todo o seu valor. Veja por seus próprios atos: quando você quer impressionar, “fazer bonito” num evento, você veste um terno bem cortado, um vestido de tecido nobre, se possível de boas grifes… ou coloca aquela calça confortável de moletom e uma camiseta molinha, já bem amaciada? É tudo roupa, não é mesmo? Mas uma bela vestimenta te destaca, mostra o quanto você é especial. A sua marca é você, quando você não está presente. Ela te representa, ela transmite seus valores e excelência.

Você investe em boas roupas, relógios, sapatos, carros… na decoração do seu local de trabalho e residência. Já parou para pensar o quanto está te custando não investir em uma marca profissional?

Embalagem: sua empresa tem uma embalagem premium?

Por que existem “embalagens para presente”? Porque presentes devem ser especiais, e uma linda embalagem valoriza o produto. Já aconteceu de alguma vez vocês escolher comprar um presente em uma certa loja só porque a embalagem que faziam era linda? E você já recebeu algum presente que ficou com pena de jogar a embalagem fora?

A embalagem de sua empresa é a sua Identidade Visual. Por isso é super importante você ter uma imagem profissional e muito bem cuidada. A percepção que seus clientes têm de sua empresa é traduzida por sua marca e por tudo que a cerca. A harmonia de seus impressos, de sua comunicação externa (postagens no Facebook e Instagram, site etc), do ambiente de seu consultório ou escritório, cada pequeno detalhe conta. Aliás, é nos pequenos detalhes que a percepção de qualidade é ainda mais aguçada.

Como está a embalagem da sua empresa? Irresistível? Premium? Ela transmite toda a qualidade de seus serviços? É mais profissional e atraente que a do seu concorrente?

Porque fazer seu site com o sobrinho da sua vizinha é uma péssima idéia

Ok, você entendeu. Estamos falando de contratar uma pessoa que, apesar de saber mexer muito bem no computador, de fazer uns trabalhos “super legais”, não é um profissional qualificado para ajuda-lo a se diferenciar no mercado.

Você merece alguém saiba orientar corretamente seu posicionamento, passar ao público sua essência, mostrar a qualidade e valor de seu trabalho mesmo você não estando presente para falar sobre ele. E, além de tudo isso, diferencia-lo da concorrência, que aumenta a cada dia. Colocar o seu site nas mãos de alguém que não entenda de marketing de diferenciação, de branding, e que não tenha experiência de mercado vai simplesmente colocar você, profissional de alto nível, no mesmo balaio de um monte de “qualquer pessoa que fez uma faculdade”, de um monte de gente que só consegue atender pelo plano. E certamente não é isso que você quer, não é mesmo?

É notório que hoje em dia todo profissional precisa se comunicar cada vez mais com seu público. Na área da saúde, então, essa comunicação faz-se ainda mais importante, por estar lidando com vidas. Precisa ser cuidadosa, acertiva, acolhedora e ética. Como você quer que seu paciente te veja? Como você está se comunicando com ele?

O sobrinho da vizinha tem sim o seu valor. Ele vai fazer ótimos sites para o público dele, para quem fala a língua dele. Mas se você quer voar alto, voe com as águias. Contrate um profissional qualificado, escolha-o por suas capacidades, pelos seus resultados, não pelo preço (é isso mesmo, papai do céu está vendo que você gastou a maior grana naquele carrão novo mas ficou chorando pra fazer seu site). Sua imagem é um bem de extremo valor, invista nela. Profissionais experientes contratam profissionais experientes. É desta forma que garantem seus ótimos resultados.

Minha empresa precisa ter um site?

Muitas pessoas me perguntam: uma pequena empresa para ter mais credibilidade precisa ter um site?

A resposta é sim. Principalmente por causa do domínio personalizado (www.nomedaempresa.com.br). Hoje em dia uma empresa ou profissional liberal usar ferramentas gratuitas para se comunicar (gmail, hotmail) bate meio estranho. A forma profissional é algo como contato@nomedaempresa.com.br. O website é a sua base estável online, algo que te pertence, e isso gera credibilidade. Muito bom também é ter um blog dentro do próprio site, onde você fala sobre os produtos/serviços que vende, para o público sentir que você realmente entende do assunto. E pode parecer bobagem, mas ter um telefone fixo também dá mais credibilidade do que ter apenas um número de celular. O cliente vai ter a impressão de que você não vai “sumir” de repente (o que infelizmente ainda acontece muito). Sim, claro que a presença nas redes sociais – principalmente Facebook, Instagram e YouTube – é muito importante. Mas o site é a sua base. Eu monto as estruturas de trabalho de meus clientes desta forma há muitos anos (muitos chegam aqui com a mesma dúvida sua), e tem dado certo, estou sempre estudando as estratégias mais atuais.

Quando um cliente me procura para iniciar o seu negócio, eu sigo o seguinte fluxo de trabalho:
– ajudo a criar um nome de impacto para a empresa
– registro o domínio, contrato a hospedagem do site
– crio a identidade visual
– crio as caixas postais de e-mail
– monto o site
– faço as estratégias de marketing digital.

Depois treino o cliente a alimentar as redes sociais de forma eficiente e ele vai seguindo, relacionando-se com seu público. E desta forma a nova empresa vai se destacando no mercado.

A terapia da pia de louça

Você trabalha em home-office. Mora sozinho. Sua diarista vem uma vez por semana (ou pode ser até que você não tenha uma). É domingo. Você está com seus prazos super apertados, amanhã tem um monte de trabalho para entregar. Você entra na cozinha e dá de cara com… o caos! E ainda é de manhã, a louça do almoço ainda nem chegou… Viver, e também trabalhar num lugar bagunçado não é nada produtivo nem saudável. As energias não fluem. Mas e tempo pra manter tudo em ordem???

Nada de pânico. Faça da sua pia lotada uma forma de terapia.

(Essa mulher enlouqueceu, coitada.)

Não enlouqueci. Pensa comigo: está comprovado por diveeeeeersos estudos que é muito mais produtivo fazer pequenas pausas depois de algumas horas de trabalho do que “emburacar” e ficar o dia todo com a cara no computador. Você precisa mexer o seu corpo, esticar as pernas, a coluna, direcionar olhar para mais longe do que o monitor do seu computador. Tem até gente que fica segurando o xixi pra não ter que levantar (um dia eu conto todos os malefícios dessa prática de não urinar com frequência). E é aí que entra… sua pia!

(Continuo achando que pirou.)

Sabia que mexer com água é uma forma de desestressar, de desassimilar energias pesadas? Respira fundo, estica a coluna e encara a pia. Você pode ouvir música durante esse processo, ouvir um podcast, deixar a TV ligada durante o telejornal ou simplesmente ficar no silêncio e tentar não pensar em absolutamente nada. Olha pro prato sente o sabão, esquece tudo o estava fazendo. Meditação? Exatamente (uma amiga uma vez me falou que medita passando roupa). E sabe o que eu faço? Se a quantidade de louça é muita, eu lavo por partes. Sessões de 10 minutos no máximo. Depois na próxima pausa eu lavo mais um pouco. Aproveita e agradece, porque se tem louça suja na pia isso significa que você teve o que comer. Agradecer também é maravilhoso para limpar as energias do ambiente.

Dá para usar essa técnica com outros trabalhos domésticos também. Aquela idéia boa não vem? Vai botar roupa pra lavar. Aquela planilha não bate? Dá uma arrumada no escritório. Parece uma grande bobagem, mas você vai se surpreender como fazendo isso a sua vida vai ficar mais arrumada e as idéias vão fluir mais. Porque para ser criativo a gente precisa de vez em quando mudar totalmente o pensamento. Comigo tem funcionado muito bem.

Não gostou? Achou isse texto a maior bobagem? Deixa a sua dica aqui então, pô! Ajuda aí que a gente agradece! 😉

Trabalho em Home Office – regras trabalhistas

31Olá!!!!
Hoje em dia não apenas os free-lancers, mas também os contratados de carteira assinada podem trabalhar em sistema de home office. Esta é uma atualização das informações do meu post anterior sobre o assunto, que você pode ler aqui. A reforma trabalhista recente regulamentou o trabalho realizado de casa e muitas empresas estão aderindo a este esquema, que mostra-se eficiente e mais vantajoso para elas. É muito mais econômico manter o funcionário em casa. Mas é necessário o cumprimento de horários, não tem essa de trabalhar a hora que quiser (o que acontece quando você é um free-lancer). O funcionário precisa estar à disposição do empregador no horário combinado. Veja abaixo a resposta para algumas dúvidas:

1 – O empregador pode demitir o funcionário e recontrata-lo para trabalho em home office?
Não é necessário. Basta que ambas as partes estejam em comum acordo.

2 – Pode-se trabalhar alguns dias na empresa e alguns em casa?
Sim, existe essa possibilidade, sem alteração no contrato de trabalho.

3 – Os direitos trabalhistas são os mesmos?
Sim, o funcionário de horário integral tem direito a férias, 13º salário e FGTS.

4 – E quanto aos benefícios?
São decididos em acordos, e é muito importante que ambas as partes tenham isso bem definido para evitar embates futuros. O empregador pode decidir não pagar vale transporte, por exemplo, se o funcionário não precisa ir à sede da empresa com frequência.

5 – Quem trabalha em home office tem direito a horário de almoço?
Sim, continua tendo direito ao horário de refeição e descanso.

6 – Existe limite máximo de jornada de trabalho em home office?
Sim, o contrato para home office respeita a jornada de 44 horas semanais.

7 – O trabalhador ficará disponível em qualquer horário?
Não, para isso ele deverá receber o adicional de sobreaviso.

8 – Quem trabalha em home office tem direito a descanso semanal?
Sim, como qualquer outro trabalhador.

9 – A empresa contratante é obrigada a fornecer a infraestrutura necessária para o trabalho em home office?
Sim, todos os equipamentos necessários ao trabalho devem ser fornecidos pela empresa.

10 – E as contas? A empresa é obrigada a pagar as contas de luz, internet e telefone do funcionário home office?
Sim, a empresa deverá arcar com esse custo, ao menos o proporcional necessário para a realização do trabalho regular.

Fonte: escritório Stuchi Advogados, via jornal Metro de 31 de julho de 2017

Quem não se comunica…

Entre 1956 e 1988 a televisão brasileira transmitiu os programas do Chacrinha – José Abelardo Barbosa de Medeiros – apelidado de “Velho Guerreiro”. Um de seus bordões mais famosos era “Quem não se comunica se trumbica”. Muito sábio, o Chacrinha.

Um problema muito sério no relacionamento cliente X fornecedor é a comunicação. A ineficiência ou mesmo a falta dela.

O filme Minha Amada Imortal (Immortal Beloved, Bernard Rose, 1994) mostra uma carta que Beethoven “acha” que enviou à sua amada. Na verdade a carta nunca foi entregue à sua dona, gerando, assim, o término de um grande amor. Um mal-entendido com consequências irreparáveis.

Mal-entendidos são terríveis. Um deles custou-me um cliente recentemente. E podem ser evitados. Com cuidado, muita atenção e persistência. Algumas idéias para manter uma boa comunicação com seu cliente:

• Registre por escrito reuniões, pedidos, orientações… com datas. Guarde os e-mails que trocou com os clientes.
• Combine datas de entrega de trabalhos. “Assim que puder”, “logo” e “rápido” não são prazos reais.
• Se o cliente não responder seu e-mail, aguarde um ou dois (no máximo) dias e confirme se o e-mail foi recebido
• Se seu cliente desaparecer, procure-o. Muitas pessoas pedem orçamentos e depois somem. Não suma você também. Confirme se a pessoa desistiu do trabalho, se ainda está pensando ou se não recebeu sua correspondência.
• Confirme o confirmado. A gráfica disse que ia entregar direto no cliente? Confirme se entregou. O fornecedor disse que as pastas são impermeáveis? Confirme se a tinta não sai quando molha. Parece bobeira, mas não é.
• Detalhe sempre. O cliente disse “nem precisa me dar o orçamento, pode mandar fazer”? Pegue um orçamento prévio e peça a ele para assinar. Disse “quero laranja, você pode escolher o tom”? Pegue uma tabela Pantone e mostre a ele, anote o número escolhido. “Mande fazer mais mil postais”. Envie um arquivo pdf do trabalho original e pergunte se não há realmente nenhuma modificação a ser feita.
• Dê sinal de vida de vez em quando. Não precisa ser chato e ficar ligando toda semana, mas telefone no aniversário do cliente, mande um brinde bonitinho no final do ano, ou simplesmente convide para um almoço ou café. O cliente pode não precisar de você naquele momento, mas certamente gostará da atenção.

Tem mais alguma dica bacana sobre comunicação com cliente? Envie pra nós! 🙂

Lançamento do livro O Mais Querido do Brasil, de Ziraldo

Hoje foi dia de festa na sede da Gávea do Clube de Regatas do Flamengo. Uma visita de Ziraldo para autografar seu livro “O Mais Querido do Brasil” em quadrinhos. Cinquenta crianças da Escola Municipal Sérgio Vieira de Mello foram convidadas e fizeram a maior farra: pintaram o rosto, desenharam, lancharam e brincaram com os mascotes Uruba e Urubinha. Cada uma ganhou de presente da Editora Globo um exemplar do livro, que levaram para casa autografado pelo autor. Foi uma tarde cheia de alegrias na linda sala de troféus do clube. Parabéns ao pessoal do Marketing do Flamengo pela organização!